Greta Thunberg: as mudanças climáticas afetam todas as idades

Um dos maiores nomes na luta contra as mudanças climáticas, Greta Thunberg já enfrentou grandes nomes para tentar impedir o avanço das mudanças climáticas.

Escrito por João Pedro Varal Tartari

Greta Thunberg é, atualmente, um dos maiores nomes do ativismo ambiental internacional. Com apenas 17 anos de idade, a “pirralha” fortaleceu o movimento contra a mudança climática, seus principais causadores e perpetuadores, em especial através de seu forte discurso de oposição ao descaso das lideranças em relação a essas questões.

A campanha Fridays for Future (“Sextas pelo Futuro”) foi outra importante contribuição da jovem ativista.

O primeiro desses protestos ocorreu em 20 de agosto de 2018, quando ela ainda tinha 15 anos, durante uma manhã de sexta-feira. Durante o horário escolar, a garota ficou sentada, do lado de fora do Parlamento da Suécia, enquanto segurava um cartaz com os escritos “skolstrejk för klimatet!” (“greve escolar pelo clima!”, em sueco).

As manifestações diárias seguiram até o dia 9 de setembro, quando ocorreram as eleições gerais na Suécia. Mas ela não parou por aí: mesmo após a votação, Greta Thunberg seguiu faltando às aulas em todas as sextas feiras para protestar pelo que acreditava (e segue acreditando).

Todo esse esforço teve resultados: as reclamações da ativista ganharam o mundo e inspiraram pessoas em inúmeros países, em especial jovens, que entenderam o recado e também passaram a lutar por um futuro melhor para elas e para as futuras gerações.

Thunberg, que também é vegetariana, foi eleita a “Pessoa do Ano” pela revista estadunidense Time.

“Pirralha”

Greta já se posicionou contra as queimadas no Brasil e na Austrália, contra o uso descontrolado dos combustíveis fósseis e até contra a falta de atitude de muitos governos em relação ao meio ambiente e à mudança climática.

Seu discurso, sempre com um tom de revolta, traz a preocupação de uma geração que tem dificuldade em enxergar um futuro em meio ao atual caos ambiental no qual se encontra o planeta Terra. E essa preocupação parece ser grande, afinal a sueca se tornou um símbolo de resistência e ativismo.

Por conta dessa oposição ela foi criticada, inclusive, por alguns líderes de Estados. Foi o caso, por exemplo, do presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, que chamou-a de “pirralha” em uma de suas declarações. A garota respondeu adotando o nome, provisoriamente, para si, usando-o na biografia de seu Twitter.

Algumas pessoas chegaram a atacar a síndrome que ela possui. A jovem recebeu o diagnóstico de síndrome de Asperger aos 12 anos e entende que maneira particular de enxergar o mundo é parte do que faz com que lute contra as mudanças climáticas.

Como resposta, a ativista postou um pequeno texto no Twitter dizendo que “Quando haters perseguem você por causa do seu visual e das suas diferenças, quer dizer que eles não têm mais nada para atacar. E então você sabe que está vencendo!”

Ela ainda completou dizendo que tem Asperger, o que significa que, às vezes, é um pouco diferente do padrão. Isso acontece porque a síndrome, que faz parte do espectro do Autismo, impõe algumas dificuldades na leitura da linguagem corporal, podendo se tornar um obstáculo para relações sociais.

Em relação a isso, Greta se mostra bastante positiva: “dadas as circunstâncias certas- ser diferente é um superpoder.”

Transformação Climática

Se você já parou, recentemente, para analisar o tempo na sua cidade, no seu estado ou no seu país, ao menos sentiu que ele parece estar mudando. Seja com a ocorrência de chuvas cada vez mais devastadoras, de ondas de frio inesperadas, ou de secas inacabáveis… Parece que estamos sempre prestes a presenciar a ocorrência de um novo desastre ambiental.

Isso é consequência da mudança climática. Devido a emissão massiva de gases do efeito estufa (GEE), que vem crescendo desde a Revolução Industrial, corremos o risco de enfrentar consequências do Aquecimento Global ainda maiores e mais destrutivas.

Apesar de essa preocupação não ser recente – o dia 15 de março deixa isso claro, afinal, foi nessa data há 15 anos que entrou em vigor o Protocolo de Kyoto, um conjunto de normas que buscam reduzir a emissão dos GEEs e diminuir a temperatura média do planeta Terra – não muita coisa é feita pelos governos para realmente mudar essa situação.

Na verdade, há, inclusive, um movimento no caminho oposto. É por isso que a figura de Greta Thunberg e a luta que ela trava para poder ter um futuro neste planeta são tão importantes: a mudança climática é um problema de nível global que precisa de soluções à altura (e rápido)!

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