4 Decisões Arquitetônicas simples que influenciam na produção de lixo de sua casa

Você já reparou na quantidade de lixo que geramos diariamente? A Especialista em Arquitetura Sustentável e Ambientes Saudáveis, Aneli Dias Borges Garcez, separou quatro dicas para lhe ajudar!

Escrito por Aneli Dias Borges Garcez

Agora que estamos passando mais tempo em casa, você já reparou na quantidade de lixo que geramos diariamente?

Vamos ao banheiro, lixo, fazemos comida, lixo, pedimos comida, mais lixo, limpamos a casa, e até nessa hora geramos lixo! Resultado: Sacolas e mais sacolas de resíduos e uma sensação terrível (e genuína) de que estamos poluindo o planeta.

Como fazer para reduzir o volume de nossos descartes então? Tem solução definitiva? O modo como nossa casa foi projetada pode colaborar? Não existe mágica para isso, mas posso garantir, orgulhosamente, que a arquitetura pode, sim, contribuir na redução do lixo gerado em nossas residências.

Vamos abordar 4 passos da nossa rotina e identificar onde a arquitetura pode interferir em cada um deles.

1. Usando o banheiro

A ONU estima que cada indivíduo gasta em média 80 litros de água apenas com o acionamento de descargas sanitárias, e 150 litros, somando banho e escovação de dentes.

Segundo relatório do BNDES divulgado em 2018, cada brasileiro usa aproximadamente quatro quilos de papel higiênico por ano. Isso corresponde a 57 rolos usados e descartados todos os anos, por cada brasileiro.

E o impacto da produção? A WWF calcula que o papel higiênico é responsável por 15% de todo o desmatamento mundial e que para cada rolo são utilizados 140 litros de água.

A solução: sobre o resíduo líquido, tomar banhos curtos e escovar os dentes com a torneira fechada já e uma preocupação de grande parte da população.

Já as soluções arquitetônicas mais simples são: prever torneiras fáceis de abrir e fechar, ou com fechamento automático, bacias sanitárias com descarga econômica, e a instalação de ducha higiênica (ou chuveirinho) ao lado da bacia sanitária. Essa medida além de reduzir o consumo de água em até 90%, como diz estudo realizado nos Estados Unidos, é melhor para a saúde.

Alguns especialistas alertam para o uso do papel higiênico como algo danoso ao corpo e o associam a doenças do trato fecal e da região perianal. Para se secar, finalizando a higiene, toalha de algodão seria a melhor opção.

2. Fazendo comida

Todo um capricho para preparar uma linda, deliciosa e nutritiva refeição, mas depois do prato finalizado fica aquele amontoado de lixo para jogar fora? Negativo. Já basta a louça, que faz o auto milagre da multiplicação.

A solução: esse passo é o mais trabalhoso, mas também o mais divertido e gratificante. Para começar, não dá para pular a etapa de usar o máximo possível dos vegetais, e deixar apenas aquilo que não renderia de maneira nenhuma uma receitinha criativa. Feito isso, em que entra arquitetura?

Um espaço planejado para o combo composteira, jardim e horta, são a perfeição para que nosso lixo vire alimento para plantas. Se sua produção de lixo for pequena, é só bater tudo no liquidificador e jogar direto nas plantinhas. Mas se o resíduo vegetal diário tiver volume maior que um litro, vale a pena investir em uma composteira.

Bater os resíduos no liquidificador é uma ótima maneira de dar um destino a pequenas quantidades de lixo orgânico. – Foto: Carol Costa/Minhas Plantas

Um vão de 70 x 45 cm é o suficiente para encaixar um modelo residencial. Quanto ao jardim, é o tamanho do seu terreno que vai determinar. Em apartamentos, uma varandinha, um cantinho na área de serviço ou vasinhos de planta espalhados pela casa podem resolver a questão.

3. Pedindo comida

Às vezes, pedimos uma porção de batatas fritas e vem uma caixa, três contêineres descartáveis de molho, cinco pacotinhos de sal e muitas sacolas plásticas. Na hora que terminamos de comer e vamos recolher o que sobrou e percebemos a quantidade de resíduos, um susto! Dá até uma indigestão, uma pontada no estômago, já sentiu?

A solução: primeiro de tudo, na hora de pedir a comida, é falar com o atendente, ou enviar mensagem no aplicativo de delivery, solicitando o mínimo de embalagem e dispensando os guardanapos. Para isso, temos os de tecido. Sugerir a nossos restaurantes favoritos que optem por embalagens biodegradáveis também está valendo. Depois, nos resta compostar, reaproveitar ou separar para reciclagem.

A arquitetura pode contribuir planejando coletores separadinhos, assim na hora de descartar, não dá aquela preguiça que nos faz juntar tudo numa lixeira só. Isso pode ser feito, em sua casa, em seu apartamento, mas também em um edifício inteiro. Aí sim, para a galera da cooperativa, é só felicidade.

4. Limpando a casa

Na hora da faxina geralmente lançamos mão de uma infinidade de produtos. Todos, além de poluentes por si só, envazados em plástico.

Utensílios, a maioria feita também de componentes plásticos, além de rolos e mais rolos de papel toalha. Olha de novo o papel aí. É tão prático sair passando em tudo e depois puff! Lixeira.

Mas infelizmente ele ainda é um vilão do meio ambiente.

A solução: reduzir a quantidade de produtos de limpeza é o ponto principal da faxina, além de bom para o planeta, é bom diretamente para nossa saúde. Esses produtos costumam ter ingredientes químicos super tóxicos. Os alérgicos sofrem muito, crianças e PETs também. Que tal adotar produtos naturais? Hoje já existem variadas marcas comprometidas com nossa saúde e com o meio ambiente.

Usar ingredientes naturais e misturinhas caseiras são uma ótima opção: vinagre, bicarbonato de sódio e sabão vegetal são excelentes para eliminar a sujeira de maneira eficaz, zero lixo e zero alergênico.

Quanto aos utensílios de limpeza: vassouras com cabo de madeira e cerdas de fibras naturais (como palha e piaçaba), ou de PET reciclado são “must have” do momento. A primeira é biodegradável, e a segunda, devolve a matéria prima para a cadeia produtiva com tecnologia simples e gerando um mínimo de impacto ambiental. A substituição do papel por paninhos reutilizáveis são a saída final para cortar o lixo na hora da limpeza.

De que forma arquitetura pode interferir para que essa tarefa seja mais saudável e sustentável? Especificando materiais de revestimento (pisos, revestimentos de parede, painéis) e metais sanitários (torneiras, acabamentos de registro, toalheiros) que não acumulem sujeira e sejam limpos facilmente, sem necessidade de componentes tóxicos e poluentes para manter a boa aparência e a durabilidade.

E aí? Animou rever os ambientes da sua casa? Está planejando construir ou reformar? Lembre a sua arquiteta/arquiteto de dar atenção especial a esses pontos, combinado?

E aí, gostou das ideias? Vai adotar alguma dessas soluções? Conte para a gente através do nosso Instagram ou do nosso Facebook! Lá você também poderá conferir mais conteúdos parecidos com esse.

Nós, da Silicup, temos orgulho em afirmar que somos uma empresa sustentável! Além de usarmos um material durável e reciclável, temos a prática de participar de eventos que promovam o bem estar social e ambiental! Confira o nosso site silicup.com.br para conhecer quem somos, quais os nossos produtos e serviços.

Dia da Terra: nós precisamos do planeta, não o contrário

Completando 50 anos de existência, o Dia da Terra é uma data para refletir sobre como é importante cuidar do planeta!

Escrito por João Pedro Varal Tartari

A Terra tem sido nossa casa por milhares de anos. Ela quem, desde o nascimento de nossa espécie, forneceu os recursos para que cada um de nós pudesse viver e para que toda a sociedade que criamos pudesse funcionar.

Nós, contudo, fomos nos afastando da natureza. Construindo cidades sem muito espaço para o meio ambiente, assumindo uma produção que se esquece dele e terceirizando o contato com essa grande e importante força, perdemos a compreensão da importância e o hábito de preservar o planeta em que vivemos.

E, seguindo esse caminho, acabamos cometendo um grande erro: começamos a nos entender como os donos da Terra e esquecemos que ela também tem seus limites.

Assim, há 50 anos, foi comemorado o primeiro Dia da Terra. Criado pelo político e ativista ambiental estadunidense, Gaylord Nelson, a data tem por intuito trazer reflexões a respeito do nosso relacionamento com o planeta, para criar uma consciência comum sobre os problemas que causamos.

O barato que custa caro

Atualmente, estamos vivendo o que se entende como os últimos momentos de um sistema que fez com que tudo o que é extremamente caro para o planeta Terra se parecesse mais barato para que o consumidor.

Alimentos regados a agrotóxicos, roupas que não temos certeza de onde vieram e mesmo utensílios descartáveis que, em um primeiro momento, tem um preço muito menor, na verdade trazem consigo uma linha de destruição de vidas de pessoas, plantas e animais. A ativista ambiental e estudiosa indiana, Vandana Shiva, explica como a ideia que temos do que é barato, na verdade é falsa no vídeo abaixo:


Ela também aproveita para reforçar que o planeta sempre esteve aqui e, ao contrário do que somos levados a pensar pela atual ideologia de consumo, não precisa da gente para continuar existindo.

“Eu não acho que o planeta vai morrer. Eu acho que a Terra é muito poderosa. Ela viveu por tempos mais quentes, mais frios. Ela viveu com dinossauros, sem dinossauros… Ela viveu com seres humanos, sem seres humanos. Nós somos dispensáveis. Ela irá encontrar um caminho. Nós é que precisamos proteger o nosso lar.”

Vandana Shiva

A solução? Reconhecer que trabalhar com as mãos, plantar e cozinhar, não são atividades degradantes, muito pelo contrário, são as verdadeiras formas de encontrar a liberdade!

O dia da Terra é todos os dias!

Apesar de visar trazer a conscientização sobre a importância de preservar o meio ambiente e recursos naturais, é importante lembrar que o Dia da Terra é uma data simbólica!

Não é somente nesse dia que devemos nos preocupar com os problemas que causamos ao meio ambiente, mas constantemente. Seja através da adoção de medidas e hábitos mais sustentáveis, seja através da busca por conscientizar as pessoas ao nosso redor a respeito da importância de buscar alternativas para o nosso modo de vida, a nossa preocupação com o planeta deve ser diária.

É importante manter a discussão e o debate sobre temas que importantes para a preservação do meio ambiente ocorrendo durante o ano todo. Apenas dessa forma todos irão finalmente entender que nós é que precisamos da Terra – e não o contrário!

E nós, da Silicup, entendemos que essa seja uma de nossas funções… Temos orgulho em afirmar que somos uma empresa sustentável e que fala sobre a importância do cuidado com o planeta em que vivemos!

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Um Silicup só seu: a importância dos objetos pessoais na pandemia

Aproveitando o Dia Mundial da Saúde, decidimos explicar por que é tão importante aderir à individualidade e à sustentabilidade durante esta pandemia.

Escrito por João Pedro Varal Tartari

Frente à situação pandêmica em que nos encontramos agora, o Dia Mundial da Saúde (07/04) apareceu, para a nossa equipe, como a oportunidade ideal para tratar a respeito de uma forma de se proteger do COVID-19 que tem tudo a ver com os objetivos da Silicup: evitar o compartilhamento de objetos pessoais.

Copos, toalhas, talheres… Ao evitar compartilhar esses itens de uso frequente e que entram em contato direto com as suas mucosas (partes do seu corpo como a boca e as narinas), você também ajuda a evitar a disseminação desse vírus – esteja ele no seu corpo ou não.

E qual a melhor solução para isso? Carregar os seus próprios objetos e mantê-los sempre higienizados!

Mas há um porém: muitas pessoas confundem esses utensílios próprios com os descartáveis. Segundo uma reportagem da Folha de São Paulo, as medidas de isolamento social devem fazer com que a produção de lixo doméstico aumente de 15% a 25%. Ou seja, nesse momento, é ainda mais importante evitar o desperdício.

Portanto, para evitar dois problemas de uma vez, é melhor confiar nos reutilizáveis. Nossa recomendação é levar o seu copo ou garrafa Silicup sempre que tiver que sair de casa e, quando voltar para a segurança da sua moradia, lavar tudo com água e sabão cuidadosamente.

O mesmo vale para talheres, ecobags, lancheiras, lenços, tudo que você usar para evitar os descartáveis e que seja levado para rua deve passar pela devida higienização. Dessa forma, além de colaborar com o meio ambiente, você ajuda na prevenção de diversas doenças, inclusive o COVID-19.

Também é importante destacar uma outra possível solução para o desperdício excessivo que a reportagem traz logo no começo: procurar consumir “produtos com menos embalagens para atenuar impacto”. Isso vai de encontro ao consumo lixo zero, outra prática que defendemos aqui na Silicup.

Outras formas de prevenção

A pandemia trouxe muitas reflexões sobre nossos comportamentos como indivíduos e como sociedade. Dentre as inúmeras possíveis discussões que acabaram se originaram dessa situação, as maneiras de prevenir que esse vírus se espalhasse com uma velocidade maior do que o sistema de saúde consegue tratar que foi uma das principais pautas.

Assim, além de se concluir a importância de estratégias como o isolamento social, pequenas atitudes de higiene pessoal ganharam ênfase. O Ministério da Saúde, em uma publicação no site coronavirus.saude.gov.br, destacou algumas dessas ações para evitar o contágio, que você pode observar logo abaixo:

Dicas do Ministério da Saúde para prevenir o contágio.
Válidas para todos, essas dicas são de grande ajuda para manter a si e aos outros saudáveis. – Foto: Divulgação/Ministério da Saúde

Essa postagem, que nos inspirou a produzir esse texto, tem outras orientações muito importantes para lidar com toda essa situação. Especialmente caso ainda precise sair de casa durante esse período ou conviva com alguém que precisa, preste uma atenção especial a todas essas dicas e coloque elas em prática agora mesmo.

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Quarentena: 3 Dicas para se manter saudável durante a Pandemia

Afinal, como podemos manter nossas vidas e o planeta saudáveis durante esse tempo de quarentena causada pela pandemia de COVID-19?

Escrito por João Pedro Varal Tartari

Em meio a uma pandemia de escala global, o COVID-19 parece estar transformando nossas vidas, nossas percepções de mundo e mesmo a nossa sociedade.

O Brasil, por exemplo, encontra-se em meio a uma quarentena quase geral. Como consequência, boa parte das pessoas está passando todo o dia em casa ou, entre as pessoas que continuam tendo que trabalhar, pelo menos, uma boa parte dele.

Assim, é importante que mantenhamos algumas ações que preservem nossa saúde, assim como a do planeta. Elas vão além de lavar as mãos, ficar bem hidratado e seguir praticando atividades físicas, que também são de extrema importância.

Por isso, separei três dicas para que você consiga se manter sustentável mesmo durante a quarentena! Confere aí:

1. Evite sair de casa

Evitar sair de casa é a dica mais popular do momento e a principal para evitar que a doença se espalhe ainda mais (especialmente para pessoas que precisam sair de casa). Mas você sabia que essa dica também pode ajudar você a se tornar uma pessoa mais sustentável e até a reduzir a poluição do ar?

Pois é, o menor movimento de pessoas e veículos nas ruas reduziu a emissão de gás carbônico (CO2). Imagens de satélite ao redor de todo o planeta e alguns outros dados compilados pela agência de notícias portuguesa Lusa revelaram que pelo menos 1 milhão de toneladas desse poluente deixaram de ser emitidas diariamente!

Essa redução também traz impactos positivos em relação às mudanças climáticas. Afinal, após a pandemia, a meta anual de 7,6% de redução na emissão de gases do efeito estufa estará muito mais próxima de ser alcançada, ajudando a evitar que as temperaturas globais ultrapassem os 1,5 graus celsius limite.

A qualidade do ar e a limpidez da água também sofreram grandes alterações. Em Hong Kong, por exemplo, a fumaça resultante do tráfego incessante baixou, possibilitando que se visse a beleza dos prédios da cidade. Em Veneza, os canais passaram a ter águas cristalinas depois da redução do movimento de turistas.


Essa mudança deve refletir em nossas ações mesmo após a quarentena. Precisamos começar a pensar em alternativas limpas para a nossa locomoção para que possamos continuar a apreciar toda a beleza que a natureza nos fornece.

2. Compre de quem precisa vender

Queira você queira ou não, eventualmente terá de sair de casa para comprar comida ou remédios. Nessa situação, além de tomar todos os cuidados necessários para manter a si e aos outros protegidos, há mais uma preocupação que você deve ter: onde adquirir esses produtos?

Prefira produtores familiares, mercados locais, restaurantes pequenos e outras lojas independentes. Acontece que esses estabelecimentos são os mais afetados pela presente crise, já que dependem do constante fluxo de pessoas, não têm uma grande arrecadação no decorrer do mês nem a garantia de que suas despesas serão cobertas por uma rede multimilionária.

Ou seja, se não fizerem nenhuma venda durante o tempo de quarentena, esses pequenos comércios correm o risco de ir à falência.

Além disso, é importante lembrar que entre esses pequenos empreendimentos estão os principais produtores sustentáveis. Seja por não poderem gastar em excesso ou por realmente se preocuparem com o meio ambiente, essas pessoas fazem e vendem materiais e alimentos que não causam grande impacto ao meio ambiente.

3. Prove novas receitas

Mais tempo em casa não quer dizer que não é o momento de experimentar coisas novas. Na verdade, a quarentena pode ser o período ideal para experimentar cozinhar as mais diversas receitas veganas e vegetarianas.

Acontece que, além de muito gostosos e nutritivos, esses pratos também colaboram para um mundo mais sustentável.

Não é novidade que a criação de animais para o consumo, além de antiética, é extremamente prejudicial ao meio ambiente. Isso porque os bichinhos são obrigados a consumir, diariamente, grandes quantidades de ração, por sua vez, feita de grãos que levam muitos litros de água em sua produção. Eles, ainda, poderiam ser utilizados para alimentar pessoas que não tem o que comer, se não fossem revertidos para a fabricação de produtos de origem animal.

A “indústria da carne” também é responsável por uma grande parte das taxas de queimadas e desmatamento, destruindo grandes áreas de mata nativa e poluindo a atmosfera apenas para abrigar pastagens para o gado.

Assim, a culinária que reduz o uso produtos animais é uma adequação sustentável a longo prazo e que pode passar a fazer parte do seu dia a dia mesmo após o tempo de isolamento. Dó é necessário parar um pouco para procurar e preparar refeições baratas e livres de sofrimento.

Aqui vai uma dica para começar… O canal “TÁ NA MESA VEGG” tem ótimas ideias de pratos fáceis e baratos para incorporar na sua rotina! Confere aí:

E aí, gostou das ideias? Vai começar a seguir alguma dessas dicas? Conte para a gente através do nosso Instagram e do nosso Facebook! Lá você também poderá conferir mais conteúdos parecidos com esse.

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Adote esses 3 hábitos para ter um 2020 mais sustentável

Frente a um ano que já começou conturbado para o meio ambiente, adotar hábitos sustentáveis é essencial para garantir um mundo melhor.

Escrito por João Pedro Varal Tartari

Mesmo com menos dois meses de existência, 2020 já não é muito agradável para o meio ambiente. Espécies à margem da extinção, temperaturas incomuns, incêndios e enchentes são acompanhados de um certo descaso de vários governos com relação a esse importante fator.

Nessa situação, tomar alguns compromisso com a sustentabilidade passam a se tornar necessidades para garantir que ainda haverá um mundo onde possamos viver. Hábitos que precisam ser normalizados com urgência para garantir que não esgotemos os recursos do planeta Terra (que já não são muitos).

Separamos três deles neste artigo, mas a contagem não para por aí. Confira estes, pesquise por outros e, talvez a dica mais importante, não deixe de começar a aplicá-los!

1. Atinja o nível 0 (na produção de lixo)

Com base no panorama de 2018 da ABRELPE, pode-se afirmar que um brasileiro, em média, produz pouco mais de 1 kg de lixo por dia. Esse número pode não parecer grande coisa, isso é, se você não levar em conta que cidades como Rio de Janeiro produzem em torno de 6.719 toneladas de lixo por dia.

São esses números um tanto assustadores que fazem importante reduzir a produção de lixo. Assim, mesmo que se tornar uma “pessoa lixo zero” possa parecer uma meta um tanto complicada, ela é um forma de gerar pensamentos e hábitos essenciais para diminuir a quantidade de objetos descartados no mundo.

O primeiro passo é se conscientizar do que é lixo e de quanto você produz diariamente. Ou seja, sempre que for jogar alguma coisa fora, pare e pense: “Eu precisava ter usado isso?” e, caso a resposta seja sim, se questione “Tem alguma forma de evitar jogar isso fora e usar de outro jeito?”.

Ao fazer essas perguntas todo o dia, você tira um pouco da inércia que está associada ao descarte do lixo. Você sai do automático e passa a entender que tudo que é jogado fora se torna lixo e, consequentemente, acaba sendo desperdiçado.

O melhor é ir com calma e implementar essas práticas aos poucos em seu dia a dia. Seja acabando com plástico que você consome, revendo o que você veste, reduzindo a quantidade de alimentos que você ingere e, até, reutilizando os objetos que você tem em casa, você já chega um pouco mais perto de atingir o nível 0 de produção de lixo.

2. Crie a sua hortinha… Dentro de casa!

Ao pensar em uma horta, a imagem que, geralmente, vem primeiro à mente é de um espaço grande, coberto de legumes ou hortaliças e que depende de máquinas e agrotóxicos para sobreviver. 

Mas não tem que ser bem assim… Na verdade, você pode cultivar a sua comida até dentro de casa! E com benefícios: você passa a consumir alimentos com uma quantidade de toxinas menor que daqueles comprados no mercado, evita o desperdício de água, a geração descontrolada de lixo e, ainda, poupa um bom dinheiro com isso.

É um processo bem simples, na verdade. Tudo o que você vai precisar é de um cantinho bem iluminado, um pouco de terra, algumas sementes do que você deseja plantar e muita criatividade. Dessa forma, mesmo um calçado velho ou uma xícara que você não usa mais podem transformar-se em vasos bonitos e funcionais para cultivar o que você quiser. 

Vaso de flor em xícara
Não só para beber café ou chá, você também pode usar xícaras para plantar os seus temperinhos. – Foto: Divulgação.

Se você quiser, ainda pode reutilizar garrafas plásticas e até um palete para construir uma horta vertical!

Vaso flor em garrafa PET
Muito por conta do grande uso que fazemos delas, as garrafas PET podem ser uma opção prática e bonita de plantar uma horta! – Foto: Divulgação.

Claro, existem algumas outras dicas que, ao serem usadas, fazem toda a diferença para as suas plantas. Por exemplo, dispôr os canteiros no sentido Norte-Sul em um local em que esses vegetais estejam protegidos do vento e recebam luz solar por, pelo menos, 5 ou 6 horas por dia já os ajuda a crescerem.

Você também deve ficar de olho no tipo de solo que vai usar para cultivar essas sementes. O melhor é usar uma terra macia e fofa, com um pH entre 5,5 e 6,5, e mantê-la adubada e irrigada, ao ponto de ficar úmida, mas não encharcada.

Também é necessário tomar cuidado com as pragas. Ervas daninhas podem ser retiradas e se tornarem adubo ou, ainda, ajudarem a resolver o problema com outros seres vivos, virando comida para lagartas e formigas no lugar das suas plantas. Uma infestação de pulgões também pode ser um problema, mas você pode usar joaninhas (predadoras naturais dessa peste) para resolver esse contratempo.

Procurar soluções naturais, que equilibrem o ecossistema que surge com a sua plantação, é a maneira mais eficaz de fazer com que esse espaço funcione e produza. Vai além de consumir, trata-se de ter respeito com todas as formas de vida que convivem nesse espaço, procurando maneiras conscientes e mais meticulosas de resolver as adversidades e fazer com que as plantas cresçam.

3. Vai uma composteira?

O que está faltando para completar essas outras duas dicas? Uma composteira!

Baseando-se na revalorização natural da matéria biológica que o meio ambiente faz, é possível “reciclar” o lixo orgânico que você produz. Dessa forma, você reduz a quantidade de resíduos que gera e, ainda, pode usar o húmus, resultado desse processo, para melhorar a qualidade de vida das plantas e fazer com que elas cresçam mais saudáveis.

Isso é possível através de união de três recipientes, dois deles com alguns furos, uma porção de terra, serragem e, claro, os restos de alimento que você quer transformar em adubo. Também não podemos esquecer das protagonistas desse processo de reutilização do lixo orgânico: as minhocas!

Você pode conferir esse processo detalhadamente na imagem abaixo:

Composteira - Como fazer?
O balde do meio deve ser esvaziado e trocado pelo que está acima sempre que aquele estiver cheio de adubo. Dessa forma, as minhocas voltam a subir e produzir húmus. – Foto: Assembleia Legislativa do Estado do Paraná.

E você não precisa se limitar a usar baldes para fazer uma composteira em casa. Usando pneus, caixotes ou, até, garrafas plásticas é possível improvisar um minhocário barato, ecológico e funcional, sem a necessidade de gastar seu dinheiro com uma composteira que já vem pronta para ser usada.

Por fim, tudo que é preciso fazer é prestar atenção ao que pode entrar na composteira… Carnes, alimentos muito salgados, muito gordurosos ou muito ácidos estão completamente vetados. Alho, cebola e produtos lácteos também não podem entrar nessa estrutura!

E aí, gostou das ideias? Vai começar a seguir alguma dessas dicas? Conte para a gente através do nosso Instagram @sili.cup e do nosso Facebook Silicup! Lá você também poderá conferir mais conteúdos parecidos com esse.

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